Com as constantes mudanças no mercado financeiro, escolher a melhor taxa para o crédito habitação tornou-se ainda mais desafiante. Se planeias comprar casa ou investir num imóvel em 2026, deves ponderar cuidadosamente entre taxa fixa, variável ou mista. Mas qual será mais vantajosa neste momento?
A escolha da taxa não é apenas uma questão de gosto, mas deve alinhar-se ao teu perfil financeiro e às expectativas para o mercado nos próximos anos. Vamos rever as principais características de cada solução:
Ao analisar as previsões para as taxas de juro em 2026, muitos especialistas apontam para uma possível estabilização ou até ligeira descida das taxas, após os picos registados entre 2022 e 2024. No entanto, o cenário internacional continua volátil e isso pode impactar as decisões do Banco Central Europeu (BCE).
Se tens dificuldade em suportar variações de prestação, poderá valer a pena optar por uma taxa fixa — mesmo que o valor inicial seja ligeiramente superior. Se preferes correr algum risco na expetativa de beneficiar de eventuais descidas, a taxa variável ou mista podem ser soluções a considerar.
Imagina duas famílias que compram casa no início de 2026, ambas com um empréstimo de 150.000€ a 30 anos:
No caso da família B, se as taxas subirem, a prestação poderá ultrapassar a da família A. Se descerem, pode poupar alguns euros. A decisão depende do teu perfil de risco e da tua disponibilidade financeira para enfrentar eventuais aumentos.
Não existe uma resposta certa para todos. O mais importante é que escolhas a modalidade que melhor se adapta ao teu momento de vida e tolerância ao risco. Não tenhas medo de pedir esclarecimentos antes de assinares o teu contrato!
Já tens uma ideia da taxa que mais se adequa ao teu caso? Partilha as tuas dúvidas ou experiências nos comentários – juntos, vamos tomar decisões financeiras mais informadas!